25 de Agosto de 2026 | Nº 286

A Odisseia de Nolan

onde cortar uma história

 

Quando você conta uma história, por onde começa? O que escolhe mostrar? O que deixa de fora? E, se pudesse contar tudo — cada detalhe, cada versão, cada acontecimento — a história seria mais verdadeira?

Homero deixou o cavalo de Troia fora da Odisseia. Quase três mil anos depois, Christopher Nolan, em seu filme, decidiu começar justamente por ele. O que mudou?

Entre Homero, Nolan e a psicanálise, o ensaio “O cavalo que Homero não mostra”, de Felipe K. Massaro  percorre as escolhas que fazem e refazem uma história, e encontra em Jorge Forbes uma chave para pensar o corte não apenas como aquilo que exclui, mas como aquilo que permite inventar. 

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Enviado por IPLA - Instituto da Psicanálise Lacaniana
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