26 de maio de 2023 | Nº 262
 

Para onde vai a Psicanálise?

Quando Freud inaugurou a Psicanálise o mundo era outro. A família, as profissões, os amores, a política, o direito, as fronteiras... do nascimento à morte, tudo era diferente. Estávamos em TerraUm, como coloca Jorge Forbes, um mundo vertical, rígido e previsível. Os sintomas desse laço social apareciam e recebiam tratamento na clínica psicanalítica.

Hoje, o mundo mudou. E a Psicanálise, mudou também?
A psicanálise não se resume a um tratamento do passado e da memória. Após a desconstrução das verticalidades, nos deparamos com um mundo instável, múltiplo e, a todo momento, surpreendente. Enquanto alguns buscam garantias em novas fórmulas de como viver, a Psicanálise faz "um convite às possibilidades de criação de um outro jeito de se viver a existência" (Dorothee Rüdiger).

"Já se passaram mais de 123 anos desde que Sigmund Freud criou a psicanálise", escreve Camilo Ramírez-Garza, "e, hoje, podemos dizer: ela está mais viva do que nunca."

 
Nesta edição:

Pílulas de psicanálise

Menos de 24 horas após o lançamento do livro "Pílulas de psicanálise: aforismos e sentenças de Jorge Forbes", Camilo E. Ramírez-Garza publica no jornal El Porvenir (México) um artigo sob a pergunta: Por que um livro como esse, de Forbes, é importante nos tempos atuais? Leia no site.

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Plaidoyer em defesa de Michel Foucault

Teria Michel Foucault, tal como outros teóricos do desconstrutivismo, contribuindo para o narcisismo da ideologia do imperativo da felicidade de hoje? Essa é uma das teorias do filósofo Luc Ferry apresentada em sua mais recente obra. Dorothee Rüdiger vai em defesa de Foucault nesse Plaidoyer. Leia no site .

Tempo de leitura 15 min
Psicanálise: novas conferências sobre a Clínica do Real
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