3 de junho de 2022 | Nº 249
 

O império das imagens e da felicidade

O mundo baseado em evidências foi amplificado e distorcido pelo império das imagens, sobretudo na última década. Tornamo-nos todos adictos do olhar. Somos vistos por câmeras, passamos a maior parte do dia diante de telas e a crença de que tudo pode ser visto fez com que o visível se tornasse equivalente à verdade, diz Marcelo Veras, no texto que abre esta edição.

Somado a isso, fomos invadidos também por uma verdadeira inflação de ideologias da felicidade. Espalharam-se mundo afora. Essas ideologias têm, segundo Luc Ferry, algumas características em comum, que, resumidamente, giram em torno do desapego, do imediatismo e do narcisismo. São os temas desta edição.

Boa leitura.

  Freud em TerraDois
Nesta edição:

Ruídos e Silêncios da Vida Confinada

"O hábito de ser analista não cessa quando trancamos a porta do consultório no final do dia, ele nos acompanha nos circuitos da vida, no trânsito das ruas e no trânsito dos dados das redes." Leia o texto de abertura do mais recente livro de Marcelo Veras, no site.

Tempo de leitura 15 min
 

Sobre as ideologias da felicidade

Lançar um olhar mais crítico e analítico sobre os receituários da felicidade foi o propósito do filósofo Luc Ferry, quem, a convite do psicanalista Jorge Forbes e da Fundação Armando Álvares Penteado, abordou e debateu o tema tão polêmico da felicidade na conferência, seguida de debate, "Psicanálise versus psicologia positiva: a inflação das ideologias de felicidade". Leia a resenha e comentários de Dorothee Rüdiger, no site.

Tempo de leitura 15 min
Psicanálise: Novas conferências sobre a Clínica do Real
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