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O que será que será?
"É difícil constatar que temos quereres arbitrários e que, dentre eles, há os mais importantes, como o amor" diz Jorge Forbes em seu mais recente artigo para HSM. A psicanálise não vem para tudo explicar. Pelo contrário, frente aos limites da linguagem, a impossibilidade de tudo dizer, ela implica cada um de nós a sustentar esse o que será que será, que não tem nome nem nunca terá do desejo humano.
Por constatar que a psicanálise avança mesmo onde a linguagem falha é que Lacan, diferente de Freud que acreditava só poder atender às neuroses, cria uma clínica que incluiu as psicoses. É o que nos permite hoje avançar na clínica dos novos sintomas, que se dão no curto-circuito da palavra.
Do divã à vida quotidiana, esse indizível nos atravessa. É o que vemos no artigo "Eu Te Amo" de Jorge Forbes e no mini curso online "As Psicoses".
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